TOM FORD

Tom Ford é muito conhecido na indústria da moda e leigos podem dizer apenas que ele tem talento e estilo, no entanto essa premissa vai muito mais além. Quando pensamos em citar personalidades LGBT como referencia, sem dúvida ele não fica fora da lista.

Thomas Carlyle Ford, mas conhecido como Tom Ford, é natural do Texas, nascido em 27 de Agosto de 1961. Iniciou sua carreira como garoto propaganda de comerciais, no entanto desistiu quando precisou raspar a cabeça para um de seus trabalhos, o que é irônico, pois seu corte de cabelo hoje em dia é quase que raspado.

Formou-se em Moda pela Parsons School of Design de Nova York e em 1991 foi convidado para trabalhar nos bastidores da Gucci, marca essa que entrava em decadência na época, mas que foi revitalizada por Tom Ford até 2004, onde associado a Domenico De Sole, tornou-a uma empresa bilionária.

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Por volta de 1999, ambos compraram a Maison Yves Saint Laurent e três anos mais tarde, com a saída de Yves Saint Laurent, Tom Ford tornou-se o diretor da marca. Além disso, comandam ainda a grife Balenciaga, patrocinam a marca Alexander McQueen e em 2005 fundou sua própria marca TOM FORD dentre os quais chega a faturar um bilhão de euros por ano.

E não para por aí, em 2009 o estilista estreou como diretor de cinema com o filme “A Single Man”, aqui no Brasil como “Direito de Amar” estrelado por Julianne Moore e Colin Firth, cujo conseguiu sua primeira indicação ao Oscar como “melhor ator” pela sua atuação nesse filme.

Em 2016 seu segundo trabalho cinematográfico é lançado nos cinemas, mas dessa vez não só dirigiu, como também escreveu o roteiro e co-produziu “Nocturnal Animals”, no Brasil como “Animais Noturnos” protagonizado por Jake Gyllenhaal e Amy Adams. Ambos os filmes foram muito bem recebidos pelas críticas especializadas em todo seu contexto (direção, roteiro, figurino, trilha sonora e atuação).

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Apesar de tudo, o estilista tem uma visão diferente sobre o consumismo “Luto contra o mundo em que eu vivo: o das pessoas absurdamente ricas, da falsidade e da superficialidade. Nossa cultura nos diz: `Beba isso e você será feliz! Compre isso e você será feliz!´. O que é triste não vende. Nosso mundo está construído sobre consumidores e uma ideia falsa de felicidade. É estranho que seja eu que diga isso. É um conflito que tenho, isso de ser uma das pessoas que contribui para essa cultura do consumo”. Disse Tom Ford em entrevista ao The Hollywood Reporter.

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